Viver e não ter vergonha de ser feliz...
É uma das músicas das quais mais gosto... Mas o que ela significa? O que nos transforma em pessoas felizes? Dinheiro? Fama? Bons amigos?Bem, primeiramente devo dizer que nada disso, torna uma pessoa feliz, tudo isso, apenas nos traz felicidade passageira. Hipocrisia? Muitos vão dizer que sim, mas a grande verdade, é que há pouco tempo me dei conta disso, tudo o que desejamos, são apenas imposições de nossa sociedade: Casar com uma mulher/homem bonito, ter o melhor carro, pegar as melhores baladas, tomar banho de champagne e comer no melhor restaurante francês da cidade. Sempre vi pessoas que tinham muito pouco e eram extremamente felizes, digo que em minha família isso ocorre, tenho como maior exemplo, os meus avós, que não são ricos em termos financeiros, mas tem uma riqueza, que ninguém pode tirar deles, a felicidade interior, meus avós nunca fizeram questão de ter o que era melhor, apenas ter o suficiente para viver. Pode parecer que isso é falta de ambição, mas me respondam, quem impõe essa ambição para vocês? Muitos vão dizer que sem grana e sem carro, não se pode conquistar as garotas, que sem um corpo belo e sarado não é possível conquistar o homem dos sonhos, sabe o que eu sinto dessas pessoas, dó! Sim! Muita dó, se vocês acham que alguém vai se interessar por você apenas por seu dinheiro, carro, corpo bonito, você vai estar "se juntando" com uma pessoa superficial igual a você, e sabe o que isso vai lhe trazer de bom? NADA! Você terá apenas a velha felicidade passageira.Combustíveis... Ah os combustíveis....
Bem... Como todos sabem, a gasolina aumentou... Culpa do Governo é o que todos vão falar (afinal, brasileiro adora botar a culpa no Governo), não sou esquerdista ou direitista, sou o cara que gosta de ser justo...Nota de esclarecimento da Petrobras Distribuidora
13 de abril de 2011 / 10:07
A Petrobras Distribuidora reafirma que sua atuação na revenda de combustíveis é pautada permanentemente pelas melhores práticas comerciais, pela ética e pelo respeito ao consumidor. Líder do mercado brasileiro há 40 anos, a BR está disponível a prestar os devidos esclarecimentos às autoridades competentes.
Nas últimas semanas, a entressafra da cana-de-açúcar e fatores climáticos adversos levaram ao aumento expressivo do custo do etanol repassado pelas usinas produtoras, impactando os preços praticados por todas as distribuidoras de combustíveis no País e, consequentemente, os preços finais ao consumidor. Isso teve efeito direto no álcool hidratado, mas também na gasolina, que recebe adição de álcool anidro na proporção de 25%. Note-se que o preço da gasolina ainda sem etanol, repassada pela Petrobras às distribuidoras nas refinarias, não sofre alteração de preço desde 2009.
Especificamente no Rio Grande de Norte, a recente elevação da alíquota do ICMS sobre os combustíveis, de 25% para 27%, também teve efeito negativo. Cabe esclarecer que, conforme legislação específica da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as distribuidoras não têm ingerência sobre o preço final dos combustíveis nos postos, que são operados por terceiros.
Num ambiente de livre concorrência, a composição desses preços depende de vários fatores, como os custos de aquisição e logística das distribuidoras, carga tributária, custos fixos e variáveis de cada posto e condições comerciais. A soma de impostos federais, estaduais e municipais, por si só, é responsável por cerca de 40% do preço nas bombas, enquanto a margem das distribuidoras gira em torno de 4%.
Com a entrada da nova safra de cana-de-açúcar a partir de meados de abril, espera-se uma natural redução nos preços finais, à medida que os estoques forem repostos nesses novos patamares.
A Petrobras Distribuidora lamenta ainda que, equivocadamente, seja responsabilizada pelo recente aumento de preço da gasolina. E que a rede de Postos Petrobras seja alvo de campanha de boicote. A BR espera que os esclarecimentos acima levem os consumidores a uma nova reflexão sobre os fatos.
Bem... e agora... De quem é a culpa???
Arrependimento nas mídias virtuais
Seu tempo tem qualidade?
O que fazemos com nosso tempo?
Partindo do princípio de que tempo é vida, será que conseguimos viver em meio a todo o estresse que o mundo moderno emprega? Será vida o que temos? Fico aqui me perguntando o que estamos fazendo conosco e com os outros.
Entramos e saímos de relacionamentos sem nem mesmo entender a história pessoal do outro. Suas conquistas e dificuldades, suas limitações e sonhos. Nos relacionamos com o outro e não entendemos como este se relaciona com o universo – aliás não sabemos nem como nós nos relacionamos. Não entramos no contexto, não participamos, não temos tempo – temos pressa!
Não cuidamos das nossas crianças. Não cuidamos das nossas casas, das nossas conquistas, não cuidamos do nosso corpo, do nosso espírito, da nossa mente. Emocionalmente, não evoluímos. Somos como crianças grandes à procura de tempo, de espaço, de paz e, quem sabe, um pouco de acalento. Confundimos, então, prazer com felicidade, dor com infelicidade, amor com controle, dinheiro com realização.
Devendo
Então, seja em qual dimensão for vivemos, há aquela sensação de ficar na falta. Estamos devendo todo o tempo. Mais tempo para com nossos familiares, mais tempo no trabalho, mais tempo para o lazer, mais tempo para o desenvolvimento espiritual, mais tempo…
A questão é: não temos tempo! Fomos presenteados com 24 horas e o direito de fazer tudo, tudo caber dentro desse espaço. Agora quantas 24 horas vamos ter?! Bem, ninguém sabe. Então, por que a pressa? Por que o egoísmo, o egocentrismo? Por que a loucura de imaginar que somos proprietários ou que pertencemos a algo que não a nós mesmos e a esse presente que é viver?
Por que e pra quê tanta ilusão?! Não seria melhor se, de uma vez por todas, entendêssemos isso e passássemos a cuidar de nós em primeiro lugar para então ir para o outro e para nossas relações mais inteiros, mais íntegros, mais possíveis? Não seria mais fácil cultivar o amor internamente para então distribuí-lo sem condição, sem cobrança, sem melodrama?
Normal?
Pois é. Essa é a questão. O que fazemos com nosso tempo? O que fazemos conosco? Serão as regras atuais do mundo – mais masculino que feminino adequadas a nós mulheres?! Até quando vamos achar normal ficar 12, 14 horas em um escritório e, depois, destruídas, voltar para casa para cuidar de tudo o mais?
Por quanto tempo vamos suportar essa pressão? E, vocês homens, por quanto tempo mais irão conviver com 12, 14 horas em um escritório e, depois, destruídos, voltar para casa para cuidar de tudo o mais?!
É… No passado, o tempo possuía outra dimensão e os papéis de um e outro eram claros. Hoje, com toda a tecnologia a nosso favor, nos perdemos em meio a tantos afazeres e vivemos aprisionados. E, apesar de antenados, conectados, atualizados, disponíveis, bonitos, interessantes etc, etc, não nos sentimos o suficiente.
Vazio
Para alguns, isso é fruto da mídia, que nos impulsiona a querer sempre mais. Para mim, muito além da mídia, está o vazio que é intrínseco a cada um de nós. Um vazio quase existencial que, em algum momento, entendemos ser a saída para uma vida de mais qualidade.
Quantos vão sobrar para apagar a luz com algum resto de sanidade – bem, essa é uma outra história. Quantos vão acordar um dia e sair por aí matando ou se deixando matar em relações doentes? … É também outra história.
Se todo o empenho que empregamos hoje para corrigir e nos equilibrar fosse usado de forma preventiva para que pudéssemos viver numa sociedade melhor e mais justa, nosso planeta não estaria aí, agonizando.
Então, fica aqui a pergunta: qual é a sua parte? O que você pode fazer hoje, agora, a seu favor e, por consequência, àqueles que ama? O que falta para que, além dos que ama, você possa se doar também à comunidade? Qual o seu papel? Qual a sua escolha? Qual a sua história pessoal, qual a sua fé?
A vida pode ser sempre melhor quando entendemos que vivemos em sociedade e que, sim, é de nossa responsabilidade tudo que nos chega e, de alguma maneira, tudo o que está a nossa volta. Melhorar a si mesmo, conhecer-se profundamente ainda é o ponto central do caminho do meio. Mas é só o primeiro passo…
Escolhas, sempre escolhas.
A coluna de Sandra Maia é distribuída com exclusividade pela BR Press.
Agora temos mais um motivo...
Uma das maiores verdades... rsrs
Sweet little lies
É assim que eu vejo a maioria das pessoas... Pessoas sendo falsas não apenas com amigos ou parentes, mas principalmente consigo mesmas...